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quarta-feira, 28 de março de 2012

A violência ofusca a beleza


Derby paulista, nome pelo qual é conhecido o duelo paulista entre Palmeiras e Corinthians. “É o clássico mais tradicional  e de maior rivalidade entre os clubes de São Paulo”.

Palmeiras e Corinthians já decidiram campeonatos estaduais, regionais, nacionais e vaga para final do torneio intercontinental, a “Libertadores da América”. Figuram como a rivalidade brasileira que mais decidiu vagas e campeonatos de grande porte, sendo considerado o 4º maior clássico do mundo. A rivalidade entre torcedores dos dois clubes também é a maior entre as grandes torcidas de São Paulo, pesquisa da Data Folha apontou que  60% dos corintianos consideram o Palmeiras como maior rival, e 77% dos palmeirenses consideram o Corinthians como maior adversário.

Os 95 anos de história do clássico  já seriam suficientes para mostrar a importância e beleza do confronto entre os clubes, mas o confronto que vem ofuscando toda essa história é o confronto físico entre seus torcedores, causando destruição e mortes entre eles.
Arsenal de armas usadas no confronto
No último clássico realizado neste domingo (25) ocorreu mais uma guerra entre as torcidas organizadas Mancha Verde e Gaviões da Fiel, causando a morte de dois torcedores palmeirenses, um deles é André Alves de 21 anos, que levou um tiro na cabeça e acabou não resistindo. O outro torcedor que morreu não teve seu nome divulgado, e pelas informações dos jornais ainda tem vários torcedores feridos por conta do confronto.

Essa briga não pode ser considerada isolada, em agosto de 2011, o torcedor corintiano Douglas Silva foi reconhecido por torcedores palmeirenses que o espancaram até a morte, e pelas informações que os jornais mostraram, essa briga que aconteceu no domingo foi generalizada pela torcida do Corinthians, por vingança da morte de seu torcedor.

A briga está sendo investigada pela polícia, e as investigações apontam que a briga foi marcada pela internet, daí eu me pergunto, quando isso vai acabar?

Enterro de André Alves
Nesta segunda (26) a Federação Paulista de Futebol decidiu proibir as torcidas organizadas dos clubes de entrarem nos estádios de futebol. Isso não resolverá nada, pois se eles marcam de se enfrentarem pela internet, o que impedirá da guerra continuar? Nada impedirá, infelizmente temos que viver com essa realidade suja, o que poderia ser feito era uma reunião entre as torcidas para tentar acabar com isso, mas é muito difícil, pois eles se tratam não como rivais normais, e sim como inimigos mortais.



Vejam também: 

Moradores relembram momentos de pânico durante briga de torcedores


Por Victor Costa Silva

sábado, 17 de dezembro de 2011

Não dá para acreditar!!!


Um absurdo o que esta mulher cometeu, um crime perverso contra um animalzinho que nem tamanho, nem força tem para se defender. Estou bastante ansioso para acompanhar como vai ser levado esse caso pela justiça. Pois essa mulher, que está mais para um monstro, do que para um ser humano. Acho ainda mais absurdo ela cometer esse crime na frente de sua filha que me parece ter seus 3 anos de idade. Uma criança presenciar um crime tão bárbaro como esse. Penso eu que está criança ficará com a imagem em sua cabeça, traumatizante mesmo. 

A assassina ainda utiliza uma rede social para tentar se defender, atingindo ainda mais o indefeso animal, ela relata que não aguentava mais o peste, se não aguentava, colocasse para adoção e não maltratar o indefeso cachorrinho até à morte. Essa maldita como enfermeira deveria ter um bom coração, mas é um bicho, e isso não é caso de tratamento e sim de cadeia, se fosse eu soltava pelo menos uns 10 pitbulls que ainda não tenham se alimentado no dia para brincar um pouquinho com essa vadia. E chamo a atenção a pessoa que estava gravando o vídeo, sinta se culpado(a), pois você presenciou e nada fez para a assassina parar de cometer o crime. 

O que espero de coração, não só eu, mas todos os seres humanos que estão acompanhado esse caso é que a justiça seja feita e essa mulher inescrupulosa pague por este crime  tão sujo e absurdo.


Por Victor Costa Silva

terça-feira, 8 de novembro de 2011

Fernando Morais fala sobre sua vida no jornalismo na V Bienal Internacional do Livro em Alagoas


A V Bienal do Livro recebeu o escritor e jornalista mineiro Fernando Morais, que trabalhou nas redações do Jornal da Tarde, Veja, Folha de S. Paulo e TV Cultura e que escreveu livros como “Os últimos soldados da Guerra Fria”, “O Mago”, “Olga”, “Chatô, o Rei do Brasil”, “A Ilha”, entre outros.

O tema abordado durante a mesa foi Jornalismo Literário, mas o escritor foi além, relatando algumas histórias de sua vida e de suas obras. Questionado sobre a importância da bienal para as crianças, Fernando Morais disse que a bienal está “oferecendo uma intimidade com os livros para essas crianças, que elas talvez não tenham em casa. Nem todo mundo tem o privilégio de ter um pai e mãe que tenham uma estante cheia de livros em casa”.

Outra questão levantada durante a mesa foi o problema do impresso em relação à Internet. “Se os jornais não voltarem às grandes reportagens, correm o risco de acabar esquecidos. Por conta da internet, a mídia impressa estará se suicidando dessa forma.” Fernando Morais chamou atenção para o erro dos jornais atuais que pegam um jornalista que está se destacando e o coloca como Editor, e terminam perdendo um ótimo repórter e ganhando um editor inexperiente.

O escritor e jornalista falou de um erro que cometeu em Olga, quando ele escreveu que um navio transatlântico havia atracado em Paris, quando aquela cidade não tem porto. Morais, que foi deputado por 8 anos, secretário de Cultura e Educação de São Paulo, não se considera um biógrafo , se diz um jornalista que escreve reportagens em forma de livro.

A mesa redonda contou com a presença também dos jornalistas, Audálio Dantas, patrono da mesa e Ricardo Kotscho, que já trabalhou em praticamente todos os principais veículos da imprensa brasileira (jornais, revistas e redes de TV).

Por Victor Costa Silva

segunda-feira, 31 de outubro de 2011

Rodrigo Avelino se apresenta no CongreMusic



Na última segunda-feira (17) foi realizado na UFAL o I CongreMusic, evento que fez parte do Congresso Acadêmico. Entre as apresentações do evento, teve a apresentação do cantor e compositor alagoano, Rodrigo Avelino.

Natural de Maceió, Rodrigo sempre teve uma ligação muito forte com a música e desde a infância sempre buscou estar em contato direto com tudo que envolvesse a área musical participando de eventos e apresentações escolares.

A apresentação de Avelino no CongreMusic, sucedeu-se a partir  de um convite feito pela Proex( Pró-reitoria de Extensão) através de Cristiane Honorato, responsável pelo evento. “Por ele ter sido um dos 3 finalistas no Festival de Música da UFAL(FEMUFAL) de 2010, o convidamos para fazer sua apresentação no I CongreMusic realizado na Universidade”, disse Honorato.

Em seu show na Tenda Cultural, Rodrigo Avelino cantou músicas do também cantor alagoano Djavan, canções como: Flor de Lis, Fato Consumado e Boa Noite. Incrementando também seu repertório cantou músicas de sua autoria como; Rota, música que ficou entre as 20 melhores do I FEMUFAL, Tão Leve, canção que foi escolhida para representar Alagoas no FEMUSIC( Festival de Música Cidade Canção) em Maringá, no Paraná, e cantou também Budapeste, samba vencedor do II FEMUFAL, dentre outras.

Além de Rodrigo Avelino, o CongreMusic contou com a apresentação do Projeto Vivendo Maracatu.


Por Victor Costa Silva

sexta-feira, 28 de outubro de 2011

Acabou a confiança


Considerado um passo ambicioso pelo MEC, o Enem atual a cada prova realizada apresenta total despreparo e falta de organização. O Enem antigo servia para medir o conhecimento do aluno, hoje serve para destruir o ano de estudos do avaliado e enganar o conhecimento do mesmo.
Um exame de proficiência que poderia ser definido como um conjunto de ferramentas que buscam medir as diversas habilidades dos avaliados, cada vez mais está mostrando ser uma avaliação defeituosa, envergonhando e faltando com respeito a educação no Brasil, que se pararmos pra analisar já não é bem requisitada.
O Enem não merece mais voto de confiança, tem que ser banido por diversas razões, como: Esse ano está acontecendo o problema do vazamento de questões no Estado do Ceará, onde houve a distribuição de cadernos de avaliações repetidas; No ano passado, houve o problema da inversão ocorrida no cabeçalho da folha de respostas dos estudantes, onde deveria estar escrito ‘ciências da natureza’, lia-se ‘ ciências humanas’ e vice-versa. E não esquecendo do caso do furto da prova, que foi filmado, foi repercutido e claro nada resolvido.
Depois um tal de instituto chamado Inep que deveria se chamar Inerte  se intitula  responsável, quer tentar justificar o injustificável. Poupe os alunos dessa farsa!!!
Outro problema visível do Enem é que ele não consegue dar uma ‘sintonia fina’ necessária, onde que é preciso diferenciar o “bom” do “excelente” aluno. E claro que é percebível para qualquer bom entendedor que o exame é considerado mais fácil do que os vestibulares mais tradicionais.
O descaso com a educação é uma vergonha: professores mal pagos, infraestruturas educacionais indecentes, alunos sem vontade alguma de estudar. Precisamos fazer algo urgentemente para mudar este cenário de falta de perspectivas, de incertezas, que toma conta de todos nós.
A educação brasileira necessita de muitas mudanças e de grandes investimentos para oferecer melhores oportunidades a sua população.
Mas como conseguir isso? Se tudo no Brasil é voltado para a melhoria dos poderosos e os outros (população) que se ...
Isso que se diz um exame, não pode ser considerado como tal. Pois exame se define a uma observação cuidadosa, pesquisa atenta, exame de consciência, e isso de fato os organizadores do tal Enem não tem.  



Por Victor Costa Silva

domingo, 18 de setembro de 2011

O papel da reciclagem




Sempre que transitamos pelas ruas podemos ver lixo jogado e manchando a imagem daquele local. Garrafas pet, latinhas e outros materiais de difícil decomposição bóiam em riachos, sujam as ruas ou mesmo as praias.
Apesar de estarmos na era da luta pelo meio ambiente, e de discussões sobre o aquecimento global, a iniciativa para transformar o ‘dispensável’ em algo útil ainda é pequena. Ainda assim, há quem veja nesses resíduos uma forma ecologicamente correta de ganhar dinheiro.
Muito inteligente da parte dos recicladores, pois como eles não conseguem emprego ou algo do tipo para conseguir ganhar dinheiro para sobreviver, eles conseguem de uma forma bem diferente, com reciclagens. Com os lixos, eles conseguem transformá-los em materiais de artesanato.
Alguns produtos orgânicos também podem ser transformados, como o óleo de cozinha, que pode ser usado para fazer sabão, ou, para quem deseja ajudar ao planeta sem ter tanto trabalho, as cascas de alimentos podem ser usadas na confecção de pratos deliciosos e nutritivos como sucos, saladas e doces. Essa idéia é boa também na hora de diminuir a quantidade de lixo produzido pelos seres humanos.

#Victor Costa Silva